domingo, setembro 12, 2010

Black & White

Oi gurias!!!!!!!

Desculpem a demora em postar...mas essas duas últimas semanas me sugaram até o sangue na faculdade...tive muuuuita coisa para fazer, e no meu pouco tempo livre eu fazia as tarefas da facul...assim, por incrível que pareça, acabei não tendo tempo de vir aqui escrever!!

Mas hoje aqui estou eu...e dessa vez vou falar do tão querido Back&White...o “sem erro” preto e branco...que eu, particularmente, ADORO!!

Gurias, o preto e branco usados juntos acabam, quase sempre, num look muito difícil de errar...eles combinam 100%...um sem cor e o outro o oposto total...o tom mais forte das cores...se completam, sem sombra de dúvidas.

Gosto, tanto de colocar uma peça de cada cor, quanto colocar a mistura das duas cores na mesma peça de roupa, como estampas, listras, etc...o preto e branco são coringas...ou seja, não sabe o que usar de dia, de noite, para balada, para uma jantinha...? Vai de Black&White!!

E o melhor de tudo é que, como são cores básicas, podemos explorar na hora de usar os acessórios...podemos colorir ao máximo, usar só dourado, só prata...podemos nos jogar!!
















Black & White numa das vitrines da Chanel...



Um pouco de Black & White pelo mundo...













domingo, setembro 05, 2010

Artigo sobre Moda...muito bom!!

Hiiiii girls!

Li um artigo tão legal sobre moda, na aula, que resolvi fazer um momento intelectual aqui e postar ele para vocês lerem. Vale à pena, fala sobre a vida da moda, o que a move hoje em dia...é super legal...dêem uma olhadinha.


Moda como Ferramenta de Cultura Visual


O tema Moda tem pautado discussões em diferentes áreas de conhecimento.Debate-se a respeito de seu verdadeiro papel na sociedade, na criação artística, na educação e principalmente no estabelecimento de novas formas de pensar e agir. Em toda a história da humanidade, a moda assimila-se a um espelho de uma sociedade em constante mutação, através da evolução do comportamento, ou seja, sempre esteve lá, com algum significado visual e concreto de diferenciação social, cultural ou econômica. Marta Kasznar Feghall e Daniela Dwyer, no livro "As Engrenagens da Moda", ressaltam: "( )... O fato é que, independentemente de qualquer época ou lugar, a roupa sempre foi um diferenciador social, uma espécie de retrato de uma comunidade ou classe. Mais ainda: a roupa pode revelar o perfil de uma pessoa. Dependendo do que se usa, pode-se estar vestido para influenciar, impressionar ou seduzir alguém. Mais do que tudo, portanto, a maneira de vestir expressa a personalidade e o status social."

Pelos estudos feitos na área do vestuário, a indústria têxtil pode ter tido início durante a pré história, mas precisamente no período Neolítico (10.000 a 5.000 a.C.). A moda foi criada da necessidade de adaptações das peles dos animais colocadas para cobrir o corpo. A partir destas necessidades físicas humanas, foi que as diferentes formas do vestuário evoluíram para determinar o vestuário de cada um, com representações de questão religiosa, social, política e econômica. A moda se tornou uma linguagem não verbal. A roupa não fala, mas nos diz muitas coisas. Inúmeros são os códigos das roupas que ao serem decifrados são capazes de transmitir informações. Na Roma Antiga, por exemplo, as cores do vestuário representavam uma grande diferença social: apenas os imperadores podiam usar a cor púrpura. As cores associadas às questões culturais como um verdadeiro diferenciador da condição social no passado e no presente, como o uso da cor preta para o luto, é apenas um pequeno diferenciador em relação a todas as possibilidades visuais de segregação.

É possível investigar a manifestação dos sentidos que se valem da imagem da roupa e da moda como forma de expressão visual e cultural. Estudando todos os processos da roupa como objeto transmissor de mensagens, intenções, ideologias, desejos e etc. juntamente com a história da arte, estudiosos encontrama origem de sistemas visuais no corpo e na história da humanidade.
Pode-se, através da roupa, pronunciar opiniões propondo peças inspiradas em cultura artística e social do momento, muda-se a indumentária tornando-a unissex e romântica como nos anos 70; surrealista, egocêntrica, hedonista e pós modernista como nos anos 80; prática e tecnológica como nos anos 90; básica e simplista como no início do século. Estudar as formas de comunicação do vestuário é primordial para entender a vestimenta como transmissora de mensagens visuais. A roupa permite uma comunicação direta: como uma mensagem escrita aplicada a uma camiseta, ou adereços e cortes que podem caracterizar se estamos mais ligados ao passado ou ao presente. Paralelamente, com uma roupa pode-se elucidar a nossa origem ou as nossas vontades ou até mesmo servir de amuleto ou magia se acreditarmos que usando isso ou aquilo seremos beneficiados ou teremos sorte num determinado momento. Estando presentes todas essas características em nossas roupas, ou mesmo em outros elementos que colocamos sobre o corpo, entramos no campo mais amplo da indumentária como ferramenta de cultura visual.

A moda, reflete, portanto, como aspecto visual, uma manifestação humana diante das quais nosso sentido é admirativo, isto é, se torna automaticamente como objeto possível de conceito artístico e social através de atribuição de nossa cultura, como observado por Gilles Lipovetsky, em "O Império do Efêmero", de 1989: "( )...A moda consumada vive de paradoxos: sua inconsciência favorece a consciência; suas loucuras, o espírito de tolerância; seu mimetismo, o individualismo; sua frivolidade, o respeito pelos direitos do homem. No filme acelerado da história moderna, começa-se a verificar que, dentre todos os roteiros, o da Moda é o menos pior." A moda deve ser estudada racionalmente sobre o efeito e sobre o benefício que exerce, constatando que a fantasia, impulsionada pelos estímulos que se escondem nos instintos simula estados que de alguma maneira animam e incitam mais do que os estados naturais conhecidos, ou até mesmo mais do que os estados sobrenaturais de que temos consciência.

O potencial criador do vestuário reflete na sensibilidade cultural -consciente visual do homem se faz presente nos múltiplos caminhos em que o homem procura captar e configurar as realidades da vida. Os caminhos podem cristalizar-se e as vivências podem integrar-se em formas de comunicação, em ordenações concluídas, mas a criatividade como potência se refaz sempre. A produtividade do homem, em vez de se esgotar, liberando-se, se amplia e através do ousar percebe-se o conhecimento, a cultura, o sentimento e muito mais do que está sendo visualizado.


Cristiano Oliveira é bacharel em Design de Moda pela UFG, aluno de pós graduação de Marketing de Moda On Line na Universidade Anhembi Morumbi.

Espero que tenham gostado meninas...falou a voz da experiência no texto...e, convenhamos, é a mais pura verdade, né?

quarta-feira, setembro 01, 2010

Lenços...no inverno e verão!!

Uma super amiga me escreveu um recadinho dizendo que, de uma vez por todas, se rendeu aos lenços. Ela diz estar usando-os sempre...e pediu um post sobre eles...dicas, modelos, etc...vamos lá...espero que goste Adri!!

O lenço é um acessório super especial e que faz a diferença nos looks de inverno e de verão. Eles são versáteis, podem ser divertidos ou elegantes, dão à roupa um toque a mais e são acessórios multifuncionais, pois protegem do sol, do frio, do vento e enfeitam que é uma beleza! Perfeitos para incrementar qualquer look básico, ainda podem ser postos sobre correntes e resultar num look super fashion.

Por mais discreto que seja o lenço, ele chama a atenção, então, para usá-lo, procure de tecidos mais leves, que não resultam em tanto volume ao corpo. Combinar um lenço estampado com uma roupa estampada é uma tarefa difícil, mas não impossível (ainda mais nesse momento fashion de combinar estampa com estampa!), por isso coordene as cores de acordo com o seu bom senso.

Os lenços caem bem com camisetas, jaquetas, blazers, vestidos, saias e calças jeans. Dependendo do modelo e até da amarração feita no lenço, ele pode passar de casual a chique.









Pashimina
Muitos acham que pashmina é a denominação da famosa manta. Na verdade, este é o nome do fio usado. O fio de pashmina é uma espécie de lã muito fina com a qual se faz uma tradicional echarpe, usada em volta do pesoço ou sobre os ombros. Tambémpode sertransformado em blusas, cobertores, xales e, por fim, nas famosas e tão cobiçadas mantas. De origem controversa, a palavra pashmina possui várias explicações. Uns dizem que vem da palavra Persa para lã, outros que deriva da palavra ipashami quese refere a fina lã da Chvangrai, a cabra selvagem do Himalaia (Capra Hibiscus Ibex).





Lenço Palestino
Ele vem em tecidos mais leves que os cachecóis, o que é perfeito para climas não tão frios, e fica bem tanto com o estilo étnico quanto com o street. Apenas tenha cuidado aonde vai usá-lo, pois sua amarração tem diferentes significados em algumas regiões.



Cachecol

Se for usar com blusa de gola alta, deixe-o mais frouxo pra diminuir o volume, ou não o enrole.



Echarpe

É caracterizada por ser de tecidos leves, e geralmente tem conotação festiva, mas cai super bem em looks mais urbanos.



Xale
Só não fica tão interessante quando usado como a Dona Benta.



Lenço no pescoço com camiseta...


Lenço no pescoço com vestido...


Lenço no pescoço com cardigã...


Lenço no pescoço com Blazer...


Lenço no pescoço com blusa...


Lenço no pescoço com jaqueta...



Esses acessórios maravilhosos podem mudar completamente um visual – aprenda, use, invente outras formas – é cor e feminilidade sem limites!!

Tendência inverno 2019: animal print

O inverno 2019 promete: temas como a exigência por diversidade, a primavera feminina, a necessidade de praticidade e a importância da n...